As letras das musicas da meu ultimo outono que foi primavera tem cabimento no Buca L'Ombrello?
Una vecchia bretone con un cappello e un ombrello di carta di riso e canna
di bambù
capitani coraggiosi
furbi contrabbandieri macedoni
gesuiti euclidei
vestiti come dei bonzi per entrare a corte degli imperatori della dinastia
dei Ming.
Cerco un centro di gravità permanente
che non mi faccia mai cambiare idea sulle cose sulla gente
avrei bisogno di...
coro:
Cerco un centro di gravità permanente
che non mi faccia mai cambiare idea sulle cose sulla gente.
Over and over again
per le strade di Pechino erano giorni di maggio
tra noi si scherzava a raccogliere ortiche
non sopporto i cori russi la musica finto rock la new wave italiana il free
jazz punk inglese
neanche la nera africana
Cerco un centro di gravità permanente
che non mi faccia mai cambiare idea sulle cose sulla gente
avrei bisogno di...
coro:
Cerco un centro di gravità permanente
che non mi faccia mai cambiare idea sulle cose sulla gente
over and over again
you are a woman in love baby come into my life
baby I need your love
I want your love
over and over again.
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giovedì 25 marzo 2010
lunedì 22 marzo 2010
dias respirados
nos dias primos
me engasgo com oxigenio
todas as tintas parecem becos
depois encontro a mira e a nodoa
confira
me engasgo com oxigenio
todas as tintas parecem becos
depois encontro a mira e a nodoa
confira
domenica 14 marzo 2010
- em processo de tempero -
Eu escrevo para poder tocar sua mão sem tocar sua mão
Eu escrevo para que haja palavras entre nós.
Eu escrevo para expressar, apressar, confessar, arremessar.
Eu escrevo porque não sei construir outros túneis entre as nossas retinas.
Eu escrevo para que o que eu sinto não vire só gargalhadas.
Eu escrevo para segurar as horas, segurar os dias, segurar as pontas, segurar meu próprio braço.
Eu escrevo para que o que eu sinto não vire só lágrimas.
Eu escrevo porque uma palavra pode salvar o mundo (por um segundo).
Eu escrevo para denunciar as rimas e as métricas que vejo por toda parte.
Eu escrevo porque prefiro viver em um lugar incompreensível com poemas do que em um lugar incompreensível sem poemas.
Eu escrevo para tentar passar a mão no seu coração, mesmo sabendo que pode ser que encontre só pedras.
Eu escrevo para soprar um ar nos seus pensamentos, mesmo sem dizer nada.
Eu escrevo para ficar sem dizer nada sem ficar sem fazer nada.
Eu escrevo para que o que você possa ser muitos vocês, eu possa ser outros eus e nós possamos nos perder nesta multidão.
Eu escrevo para me ver livre, pronto, falei, agora vou escrever um verso para me ver livre deste alívio.
Eu escrevo para correr riscos em uma linha reta.
Eu escrevo para desperdiçar tinta, papel, seu tempo, ao invés de desperdiçar oxigênio.
Eu escrevo para você encontrar uma desculpa para escrever.
Eu escrevo para não fazer diferença. Faz diferença fazer diferença?
Eu escrevo para fazer você mostrar os dentes.
Eu escrevo porque é de tinta, se fosse de pistache eu comeria.
Eu escrevo porque assim me sinto pronto para te dar explicações se você pedir.
Eu escrevo porque se não escrevesse minhas mãos invejariam meus olhos e meus dedos invejariam meus dentes. Seria a guerra de todos os órgãos contra todos os órgãos.
Eu escrevo para você poder sentir o prazer de não ler.
Eu escrevo para colocar um marcador no meio desta tarde ensolarada.
Eu escrevo para parar de ficar contando quantos minutos se passaram sem escrever nada.
Eu escrevo para encher o mundo (e este papel) de entrelinhas. Se eu pudesse escrever entrelinhas faria só com elas o meu testamento.
Eu escrevo porque o planeta é pequeno demais para não ter versos
Eu escrevo para que você tenha cabimento.
Eu escrevo porque senão teria que viver abraçado a uma árvore, que nunca me olha.
Eu escrevo para que o tempo passe bem.
Eu escrevo para que alguma palavra conquiste a sua confiança e te faça companhia.
Eu escrevo porque as palavras me escapam por todos os poros.
Eu escrevo para reencontrar as palavras também aqui, mais tarde.
Eu escrevo para que não haja apenas moléculas de oxigênio entre nós.
Eu escrevo para poder conversar os assuntos encerrados.
Eu escrevo porque gosto das montanhas de livro na falta de montanhas de pedra.
Eu escrevo para que as maçãs passadas não fedam sem conseqüência.
Eu escrevo para tentar fazer uma cópia infiel do meu corpo com algumas palavras.
Eu escrevo porque as palavras me puxam pela mão e eu não resisto à tentação.
Eu escrevo porque não tenho armário para guardar tanta coisa.
Se mais tarde eu chegar ao céu quero só desabotoar.
Eu escrevo para que haja palavras entre nós.
Eu escrevo para expressar, apressar, confessar, arremessar.
Eu escrevo porque não sei construir outros túneis entre as nossas retinas.
Eu escrevo para que o que eu sinto não vire só gargalhadas.
Eu escrevo para segurar as horas, segurar os dias, segurar as pontas, segurar meu próprio braço.
Eu escrevo para que o que eu sinto não vire só lágrimas.
Eu escrevo porque uma palavra pode salvar o mundo (por um segundo).
Eu escrevo para denunciar as rimas e as métricas que vejo por toda parte.
Eu escrevo porque prefiro viver em um lugar incompreensível com poemas do que em um lugar incompreensível sem poemas.
Eu escrevo para tentar passar a mão no seu coração, mesmo sabendo que pode ser que encontre só pedras.
Eu escrevo para soprar um ar nos seus pensamentos, mesmo sem dizer nada.
Eu escrevo para ficar sem dizer nada sem ficar sem fazer nada.
Eu escrevo para que o que você possa ser muitos vocês, eu possa ser outros eus e nós possamos nos perder nesta multidão.
Eu escrevo para me ver livre, pronto, falei, agora vou escrever um verso para me ver livre deste alívio.
Eu escrevo para correr riscos em uma linha reta.
Eu escrevo para desperdiçar tinta, papel, seu tempo, ao invés de desperdiçar oxigênio.
Eu escrevo para você encontrar uma desculpa para escrever.
Eu escrevo para não fazer diferença. Faz diferença fazer diferença?
Eu escrevo para fazer você mostrar os dentes.
Eu escrevo porque é de tinta, se fosse de pistache eu comeria.
Eu escrevo porque assim me sinto pronto para te dar explicações se você pedir.
Eu escrevo porque se não escrevesse minhas mãos invejariam meus olhos e meus dedos invejariam meus dentes. Seria a guerra de todos os órgãos contra todos os órgãos.
Eu escrevo para você poder sentir o prazer de não ler.
Eu escrevo para colocar um marcador no meio desta tarde ensolarada.
Eu escrevo para parar de ficar contando quantos minutos se passaram sem escrever nada.
Eu escrevo para encher o mundo (e este papel) de entrelinhas. Se eu pudesse escrever entrelinhas faria só com elas o meu testamento.
Eu escrevo porque o planeta é pequeno demais para não ter versos
Eu escrevo para que você tenha cabimento.
Eu escrevo porque senão teria que viver abraçado a uma árvore, que nunca me olha.
Eu escrevo para que o tempo passe bem.
Eu escrevo para que alguma palavra conquiste a sua confiança e te faça companhia.
Eu escrevo porque as palavras me escapam por todos os poros.
Eu escrevo para reencontrar as palavras também aqui, mais tarde.
Eu escrevo para que não haja apenas moléculas de oxigênio entre nós.
Eu escrevo para poder conversar os assuntos encerrados.
Eu escrevo porque gosto das montanhas de livro na falta de montanhas de pedra.
Eu escrevo para que as maçãs passadas não fedam sem conseqüência.
Eu escrevo para tentar fazer uma cópia infiel do meu corpo com algumas palavras.
Eu escrevo porque as palavras me puxam pela mão e eu não resisto à tentação.
Eu escrevo porque não tenho armário para guardar tanta coisa.
Se mais tarde eu chegar ao céu quero só desabotoar.
giovedì 11 marzo 2010
Um Rumi (o que sou)
Que devo fazer, ó muçulmanos,
se já não me reconheço?
Não sou cristão, nem judeu,
nem mago, nem muçulmano.
Não sou do Oriente, nem do Ocidente,
nem da terra, nem do mar.
Não venho das entranhas da natureza,
nem das estrelas girantes.
Não sou da terra, nem da água
nem do fogo, nem do ar.
Do empíreo não sou,
nem do pó deste tapete.
Não sou da tona, nem do fundo,
nem do antes, nem do depois.
Nem da Índia, nem da China
nem da Bulgária, nem de Saqsin;
não sou do reino do Iraque,
nem da terra de Khorassan.
Nem deste mundo, nem do próximo,
nem do céu, nem do purgatório.
Meu lugar é o não-lugar,
meu passo é o não-passso.
Não sou corpo, não sou alma.
A alma do Amado possui o que é meu.
Deixei de lado a dualidade,
vejo os mundos num só.
Procuro o Um, conheço o Um,
vejo o Um, invoco o Um.
Ele é o primeiro e o Último,
o exterior e o interior.
- Nada existe senão Ele.
se já não me reconheço?
Não sou cristão, nem judeu,
nem mago, nem muçulmano.
Não sou do Oriente, nem do Ocidente,
nem da terra, nem do mar.
Não venho das entranhas da natureza,
nem das estrelas girantes.
Não sou da terra, nem da água
nem do fogo, nem do ar.
Do empíreo não sou,
nem do pó deste tapete.
Não sou da tona, nem do fundo,
nem do antes, nem do depois.
Nem da Índia, nem da China
nem da Bulgária, nem de Saqsin;
não sou do reino do Iraque,
nem da terra de Khorassan.
Nem deste mundo, nem do próximo,
nem do céu, nem do purgatório.
Meu lugar é o não-lugar,
meu passo é o não-passso.
Não sou corpo, não sou alma.
A alma do Amado possui o que é meu.
Deixei de lado a dualidade,
vejo os mundos num só.
Procuro o Um, conheço o Um,
vejo o Um, invoco o Um.
Ele é o primeiro e o Último,
o exterior e o interior.
- Nada existe senão Ele.
venerdì 5 marzo 2010
Alegria serena
Subito, rapido, intrepido
todas as palavras perderam seus acentos fixos
as silabas, largadas na minha vida, se acentam onde bem querem
e eu saio cantando da manha vermelha
com os ombros tortos
abertos
todas as palavras perderam seus acentos fixos
as silabas, largadas na minha vida, se acentam onde bem querem
e eu saio cantando da manha vermelha
com os ombros tortos
abertos
Sereno, d'Allegria, Ungaretti
Dopo tanta
nebbia
a una
a una
si svelano
le stelle
Respiro
il fresco
che mi lascia
il colore del cielo
Mi reconsoco
immagine
passggeza
Presa in un giro
immortale
nebbia
a una
a una
si svelano
le stelle
Respiro
il fresco
che mi lascia
il colore del cielo
Mi reconsoco
immagine
passggeza
Presa in un giro
immortale
giovedì 25 febbraio 2010
Breve fato de um Eu desfigurado (Samuel Magalhães)
Arrasta-me daqui loucura
Arrasta-me para a insanidade do bem,
Que o teu mal é menor que
o que eu li no jornal
Leva-me aos poucos, ou de uma vez...
Toma minha mente de assalto!
Me surta!
Me converte!
Mas não me deixe normal...
É que eu me envergonho
das coisas normais,
das arrogâncias, da hipocrisia,
das inconstâncias, do mal humor,
E da ganância que corrompe a alma,
Com a frieza dessa gente,
totalmente eivada do materialismo
ilusório
E omissa por ausência de consciência
Arrasta-me que já me despojei
da sensação de pertencer à este lugar.
Sam
Samuel B. Magalhães
Feira de Torre TV Brasília
128-n Atelier
Brasília
sam2@pop.com.br
Arrasta-me para a insanidade do bem,
Que o teu mal é menor que
o que eu li no jornal
Leva-me aos poucos, ou de uma vez...
Toma minha mente de assalto!
Me surta!
Me converte!
Mas não me deixe normal...
É que eu me envergonho
das coisas normais,
das arrogâncias, da hipocrisia,
das inconstâncias, do mal humor,
E da ganância que corrompe a alma,
Com a frieza dessa gente,
totalmente eivada do materialismo
ilusório
E omissa por ausência de consciência
Arrasta-me que já me despojei
da sensação de pertencer à este lugar.
Sam
Samuel B. Magalhães
Feira de Torre TV Brasília
128-n Atelier
Brasília
sam2@pop.com.br
giovedì 18 febbraio 2010
Minha amiga, a covardia (Marilia Melo)
Viver é uma bravura
Que não conheço nem mereço
Uma arte inexata onde padeço
A dor do avesso:
estar no limiar de orgulhar-se
de, apesar de qualquer catarse,
respirar ainda a qualquer preço.
Respirar? Onda dos covardes!
Onde reside o maior brilho:
Viver de penas ou morrer com estilo,
Entregue à sua tristeza, sem maior alarde?
Digam-me o que é mais heróico,
Mais bravo e mais honroso - dali fugirei
Na minha covardia que já sei
E na rima pobre do meu ser paranóico.
O que me faz digna? Dali me escondo
Para na podridão da minha condição inumana
O mundo me esqueça e a dor me abandone
Indigna de qualquer sofisticação!
Que não conheço nem mereço
Uma arte inexata onde padeço
A dor do avesso:
estar no limiar de orgulhar-se
de, apesar de qualquer catarse,
respirar ainda a qualquer preço.
Respirar? Onda dos covardes!
Onde reside o maior brilho:
Viver de penas ou morrer com estilo,
Entregue à sua tristeza, sem maior alarde?
Digam-me o que é mais heróico,
Mais bravo e mais honroso - dali fugirei
Na minha covardia que já sei
E na rima pobre do meu ser paranóico.
O que me faz digna? Dali me escondo
Para na podridão da minha condição inumana
O mundo me esqueça e a dor me abandone
Indigna de qualquer sofisticação!
lunedì 8 febbraio 2010
Eu na rua
Um homem, bem branco, de camiseta de time de futebol e com a família
grita aos baderneiros: baderneiros!
Eu passo pela rua, salgado, ensolarado, cheio de lágrimas emperradas
(Tormenta grande tratar a alegria como um hóspede de luxo,
descriminando, discriminando a maldade e a agrura.)
Pois bem: baderneiros!
E eu, mancomunista, sem voz, líquido
preso à incapacidade dos meus olhos em terem punhos cerrados
olho.
Sou touro, sou javali, sou lápis de cor,
minha letra tem o sotaque da imprecisão,
olho.
Animais ferozes, enjaulados na rua, o homem vestido
e eu, olho.
Ele para de urrar por quarenta segundos.
Eu me penduro à baderna, e passo.
Ao buca
Meu buca é minha pipeta
Minha buceta inventada, minha janela molhada
fertilizada, empapuçada, o avesso de não fazer nada
...eu quero... até envergonhada.
Minha buceta inventada, minha janela molhada
fertilizada, empapuçada, o avesso de não fazer nada
...eu quero... até envergonhada.
domenica 7 febbraio 2010
O terceiro dos 21 problemas indecifráveis do Kadosh
E por que é pesado caminhar, como se a perna não fosse para o passo, antes como se fosse para ficar sempre parado e apenas, apenas, e acima de tudo o olhar vigilante?
Hilda Hilst
Hilda Hilst
sabato 6 febbraio 2010
Kadish e Kadosh
estanquei. e tanto que as moscas nem me fazem piscar. nem um urro, nem mordida.
por que preciso lutar contigo se tenho fome de ti?
administro o sagrado
eu escuto e quem eu escuto quer meus ouvidos direitos
entro em um cafofo condicionado
e saio com uma nota fiscal: Kadish e Kadosh
Viver é uma bravura: diz Marilia Melo
Boa, diz Edgardo em meio aos gritos de um bar - poderiam ser paineiras, jasmim
Cansa, diz Ricardo, fazendo uma curva com os olhos, quase querendo uma fantasia
amasso a nota fiscal no fim do dia
viver entre dois livros em uma disciplina de mim, pornografia e em linha reta
apesar de qualquer catarse
Kadish, delito de supor genes inocentes
Kadosh, mil lobos te invadindo, em forma de luz depois da chuva
amasso a nota fiscal no fim do dia
eu, emperrado, parece agora um potro de guerra treinado
por que preciso lutar contigo se tenho fome de ti?
administro o sagrado
eu escuto e quem eu escuto quer meus ouvidos direitos
entro em um cafofo condicionado
e saio com uma nota fiscal: Kadish e Kadosh
Viver é uma bravura: diz Marilia Melo
Boa, diz Edgardo em meio aos gritos de um bar - poderiam ser paineiras, jasmim
Cansa, diz Ricardo, fazendo uma curva com os olhos, quase querendo uma fantasia
amasso a nota fiscal no fim do dia
viver entre dois livros em uma disciplina de mim, pornografia e em linha reta
apesar de qualquer catarse
Kadish, delito de supor genes inocentes
Kadosh, mil lobos te invadindo, em forma de luz depois da chuva
amasso a nota fiscal no fim do dia
eu, emperrado, parece agora um potro de guerra treinado
domenica 24 gennaio 2010
Cheiro de areia
Entrei em mais um pedaço do grande mar
na areia, as pessoas na salmora:
suas vidas preparadas para exibição
seus segredos, manhas, secreções.
Julieta, que veio com duas filhas de cabelo longo
de Buenos Aires trazendo louça inglesa,
aprendeu a dançar lambada, um desvio tardio do tango,
no tempo em que fazia yoga nua no rio Pitinga.
Tango, ela aprendeu muito depois, de volta a Palermo.
As imitações precedem os originais, ela insinua, e diz:
- Pedaços de gente os mais escandalosos saiam de qualquer
acabrunhada ou acabrunhado que chegava ao Arraial.
Ajuda é onde os rios confluem para o oceano.
Mas os cabelos longos de Julieta e suas filhas
desfilando pelas ruas sem esgoto já foi há muitos anos,
agora, é outro sal.
Outra temperatura escaldante, outros exemplos.
na areia, as pessoas na salmora:
suas vidas preparadas para exibição
seus segredos, manhas, secreções.
Julieta, que veio com duas filhas de cabelo longo
de Buenos Aires trazendo louça inglesa,
aprendeu a dançar lambada, um desvio tardio do tango,
no tempo em que fazia yoga nua no rio Pitinga.
Tango, ela aprendeu muito depois, de volta a Palermo.
As imitações precedem os originais, ela insinua, e diz:
- Pedaços de gente os mais escandalosos saiam de qualquer
acabrunhada ou acabrunhado que chegava ao Arraial.
Ajuda é onde os rios confluem para o oceano.
Mas os cabelos longos de Julieta e suas filhas
desfilando pelas ruas sem esgoto já foi há muitos anos,
agora, é outro sal.
Outra temperatura escaldante, outros exemplos.
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